segunda-feira, 25 de maio de 2015

Dos términos, improvisos e críticas da vida



por Lucas Schultz

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Este texto começou com uma linha de pontos porque eu simplesmente não soube como começá-lo de outra maneira. Eu sempre curti reticências. Logo quando aprendi a usá-las, escrevia tudo com elas... Achava que era chique... Puro estilo... Pompa... Efeito... Etecetera... Depois eu cresci e entendi que estava mais para o brega, mesmo. A verdade é que comecei meu texto com reticências infinitas porque me deu um branco (sinceramente, foi bem mais do que isso: foi tipo aquele espasmo convulsivo de quando você está no mais maravilhoso sono, no breu, e de repente alguém acende uma luz fluorescente e você acorda recitando toda sorte de palavrões que conhece. A pupila fica do tamanho de um átomo e dá tilt no seu cérebro). Meu branco foi a la Saulo (Paulo, para os íntimos). Nessas horas, quando o processo criativo simplesmente buga e você se sente estéril, aí dói. Dói na alma. Ainda mais quando você costumava ter uma veia criativa notável (na real, só você e sua mãe nota[va]m esse suposto dom, mas que seja). Quando dá branco, dá vergonha.

Passei um tempo sem escrever. É que quem escreve, gosta de escrever bonito, escrever bacana, sem precisar temer críticas. E se você não está inspirado, não rola. A verdade é que pouquíssimas pessoas conseguem fazer poesia com qualquer coisa que surge na frente, feito um Bashô ou um Emicida (sério, leia esses caras!). No que diz respeito à escrita, sou muito atmosférico. Qualquer coisinha atrapalha meu processo criativo (quem vê, jura...). Não é que eu seja um grande escritor, muito pelo contrário: tenho uma senhora dificuldade para escrever. Ainda mais quando o cenário não ajuda. Como assim não ajuda? Pois bem: andei tendo uma desilusão, um baque, um piriri emocional. No comecinho desse ano, deixei morrer um relacionamento que tinha construído com cuidado, Deus, empenho e amor (por mais que amor seja algo difícil de explicar, quanto mais quantificar). Sofri em silêncio e fiz de mim um ser autótrofo (lembra das aulas de biologia?), autossuficiente, vivendo só dos meus pensamentos e decisões. Fugi do convívio social, evitei o familiar e me afundei em mim. Mas aí acabaram as férias.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Cristo, o Feminista




Semana passada minha prima postou a imagem acima que diz o seguinte:                    

Um teste simples pra saber se você é feminista:
1-Você concorda que mulheres devem receber o mesmo valor que homens para realizar o mesmo trabalho.
2- Concorda que mulheres tem o direito de votar e serem votadas 
3- Você concorda que mulheres devem ser as únicas responsáveis pela escolha da profissão, e que essa decisão não pode ser imposta pelo Estado pela escola nem pela família  
4- Você concorda que mulheres devem receber a mesma educação escolar que os homens 
5- Você concorda que cuidar das crianças seja uma obrigação de ambos os pais 
6- Você concorda que mulheres devem ter autonomia para gerir seu dinheiro e seus bens 
7- Você concorda que mulheres devem escolher se, e quando se tornarão mães 
8- Você concorda que uma mulher não pode sofrer violência física ou psicológica por se recusar a fazer sexo ou a obedecer ao pai ou marido 
9- Você concorda que atividades domésticas são de responsabilidade dos moradores da casa sejam eles homens ou mulheres  
10- Você concorda que mulheres não podem ser espancadas ou mortas por não quererem continuar em um relacionamento afetivo

E eu pensei: Bom, se ser feminista é somente isso então podemos dizer que sim, Cristo foi um feminista. E vários episódios vieram em minha mente:                         
                                                                                      

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Universidad Adventista Del Plata - A Faculdade de Teologia da Argentina vista por um Brasileiro





Olá meu nome é Samuel, tenho 21 anos, sou de São Paulo Capital, e faço teologia na Universidad Adventista Del Plata (UAP) na Argentina.