domingo, 30 de novembro de 2014

4 formas erradas de iniciar o ministério

por Albert Schmitke Azevedo

A tartaruga e o coelho

No preparo e exercício do ministério, existem dois extremos a serem evitados. Por um lado, está o lado apático. Aquele que acha que tudo está absolutamente muito bom. Para este "tanto faz, tanto fez, tudo tem que continuar como está, não mudo nada e ponto final". Agora, por um outro lado, está aquele que  diz que "tudo está errado, vamos mudar o mundo!"
Ambas visões estão equivocadas quando se fala de um ministério eficaz. Sobre a apatia porém, em um outro momento será abordada esta questão. O enfoque deste texto estará naqueles que desejam "mudar o mundo". Mais especificamente no caso dos “teologandos”: a igreja. 
O tipo de ministério que teremos no futuro é formado pela visão que construímos dele hoje a partir do seminário, daí a importância de se entender alguns aspectos mais do que somente "teologia teórica". Refiro-me com isto que este texto é para aqueles que sentem que são chamados por Deus à obra de ser pastor de pessoas em uma igreja. Este "ser pastor de pessoas" envolve cuidar e saber instruir, o que pode implicar em reforma quando as coisas estão indo em rumos "não bíblicos". A questão é, como fazer isto?

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Aprovados no vestibular de Teologia UNASP 2015

Segue a lista completa dos aprovados para 2015:

Como ter milhares de músicas de forma legal




Eu gosto muito de música! (Quem não?). E estou na internet desde a época do aposentado napster, o primeiro programa p2p pra baixar música na internet. Na época eu nem entendia muito bem disso. Mas conforme eu fui crescendo, junto com meu acervo musical uma coisa começou a me incomodar. Pera aí, se eles vendem essas músicas, como é que eu tenho isso de graça? Muita gente parece não se incomodar com isso. Não parece roubo, porque é tão fácil e ninguém "perde" nada. A música é copiada e o dono anterior continua com a dele e todo mundo fica feliz. Maaaas, alguém sai prejudicado nesse esquema. Os artistas, músicos e todos os envolvidos na gravação daquela canção não são remunerados e os impostos também não são pagos.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Aprovados para a segunda fase do Vestibular de Teologia UNASP 2015

Parabéns aos aprovados! Foram 250 classificados para a segunda fase.
Serão 120 aprovado para a matrícula.

Segue a lista dos nomes:

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Quando a oração de mãe muda nossa história

Por Albert Schmitke Azevedo

           Ás vezes, o chamado que recebemos de Deus vem com alguns detalhes a mais. Detalhes estes que vão além do nosso controle. Questões de nossa história que remontam a tempos que não tínhamos capacidade de decidir. Há exemplos destes na bíblia, em que personagens já eram “figurinhas marcadas” (Deus conhecia qual seria a vocação de suas vidas) para cumprir os propósitos de Deus, tais como Sansão (Jz 13:5), Jeremias (Jr 1:5), João Batista (Lc 1:13-17) e o próprio Cristo (Lc 1:30-33). Tudo bem, estes foram “chamados” antes de terem nascido, mas será que é diferente conosco teologandos? Talvez sim, ou, talvez não.

Alguns, porém, são dedicados a Deus por seus pais justamente no tempo em que são bebês. Não a dedicação normal que vemos na igreja, mas, em um pedido de livramento especial da parte de Deus visando que o bebê sirva aos propósitos de Deus.  Isto é interessante, pois, de alguma forma em que não interfira no livre-arbítrio, Deus faz com que aconteça da forma como foi prometido pelos pais. Deus fez assim com Moisés, Deus atendeu as orações de sua mãe para preservar-lhe a vida. Quando Joquebede sabendo que era chegado o tempo de Deus libertar Israel do Egito, pediu que Deus protegesse Moisés do decreto de morte aos bebês judeus. Ellen White diz: “As orações fervorosas da mãe haviam confiado seu filho ao cuidado de Deus, e anjos, invisíveis, pairavam por sobre seu humilde lugar de descanso” (...) “Deus tinha ouvido as orações da mãe, fora recompensada a sua fé”. (Patriarcas e Profetas, p. 243).

Imagem ilustrativa
Hoje vou contar minha história. Com quarenta dias de vida tive gripe, e por conta disso tive que ficar internado no Hospital Brasília (que “obviamente” está localizado em Brasília). Os médicos falavam que eu teria alta no próximo dia, mas, esse “próximo dia” nunca chegava. Minha querida mãe tinha a incumbência de fazer uma nebulização em mim a cada hora, passados três dias, ela desmaiou por causa do cansaço. Ela me disse que caiu na cama, eu de um lado e ela do outro no colchão. Um detalhe: impressiono-me muito com o amor de mãe. Mas, prossigamos.

Quando os médicos me deram alta, falaram que eu teria propensão a ter problemas pulmonares pelo fato de ter nascido pré-maturo (nasci com um pouco mais que oito meses, mas antes dos nove meses).